O Século Cor de Rosa

Jorge Machado
1 de maio de 2012
Jorge Machado
Jorge Machado
É um privilégio para todos nós constatarmos há já vários anos que a Informação do Sr. Presidente transporta sempre algo de novo, já concluído ou prestes a concluir.
É um privilégio para todos nós constatarmos há já vários anos que a Informação do Sr. Presidente transporta sempre algo de novo, já concluído ou prestes a concluir.

Com o Parque Urbano praticamente concluído, eis que passamos a ter mais uma peça de raro requinte plantada no coração da nossa vila, vindo assim ampliar a já extensa imagem de um “Puzzle”, que há dez anos atrás, só os adeptos de S. Tomé acreditavam na eficácia da sua exequibilidade. Esta obra representa mais uma machadada no cepticismo de todos os que nunca acreditaram na força criadora e transformadora do nosso executivo. De realçar, que este equipamento precioso nasceu num buraco aberto há anos pelo partido da oposição (PSD), mas que por ignorância ou sonolência, nunca o souberam semear. Coube-nos a nós descobrir a semente que originou mais esta preciosidade.
Assim, de passo a passo, de degrau em degrau a nossa Epopeia cor-de-rosa vai ganhando uma dimensão de tal forma imponente que algumas da suas peças já servem de modelo para muitos concelhos do nosso País.
Sentimo-nos todos orgulhosos por esta quantidade e qualidade de bens duradouros, que personalizaram a nossa terra, não sendo nunca demais lembrar, que esta dinâmica teve como substrato, um triunvirato de heróis distintos. São eles:

- O herói colectivo: composto por todos nós mais aquela enorme franja de gente cheia de entusiasmo e que ao Partido Socialista têm confiado estoicamente o seu voto;

- O herói singular: é a figura central de toda esta Epopeia; é o estratega de todas estas metamorfoses, aquele a quem “as amarras do tempo” obedeceram. Sem uma enorme permilagem de competência, de perspicácia e ousadia, o nosso barco nunca teria saído do Cais. Para este arrais, a nossa mais profunda admiração e reconhecimento.

- O herói solidário: aquele que enquanto governante esteve sempre com as gentes de Resende; sem o seu apoio e a sua solidariedade, dificilmente a nossa viagem teria chegado tão longe. Refiro-me ao nosso ex-primeiro ministro – José Sócrates. O nosso Concelho está-lhe imensamente grato.

Poderia acrescentar ainda um 4º herói. Mas seria um herói sem fé, aquele que até hoje nunca esteve de acordo nem acreditou no progresso da nossa terra. Embora classificado como herói secundário, nota-se ter hoje alguma importância, uma vez que alguns dos seus elementos começam a dar sinais de arrependimento e de conversão, porque finalmente não resistem a este feito “Épico”; querem fazer parte dele começando já a sentirem-se envaidecidos com toda esta evolução. Se vierem por bem, serão recebidos de braços abertos e farão obviamente parte do herói colectivo; caso contrário, podem continuar a fazer o papel de “Corsários” que o nosso barco jamais será afundado.


E assim vai este Concelho de vento em popa, progredindo de forma sustentada, com equilíbrio e responsabilidade, cumprindo os objectivos a que se propôs e respeitando o seu plano de actuação, que o mesmo é dizer: planeamos, actuamos e temos conseguido.

Sr. Presidente: Vamos manter esta cadência e avancemos com mais peças para que o nosso “Puzzle” se transforme num êxito estrondoso ao serviço de toda a comunidade em geral, com especial ênfase para as gerações que hão-de vir, pois serão elas e eles, que nos bancos da escola, estudarão certamente (a história não se vai esquecer) a grandiosidade dos feitos gloriosos ocorridos neste século “Cor-de-rosa”. Disse…

O Deputado Municipal
Jorge Machado

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