Comissão Nacional do PS na Guarda

António Borges
13 de abril de 2012

Proposta de estatutos

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Comissão Nacional
Comissão Nacional do PS na Guarda
Comissão Nacional do PS na Guarda

No passado sábado, dia 31 de Março, reuniu a Comissão Nacional do Partido Socialista, na Guarda. A ordem de trabalhos foi a seguinte:
1 - Discussão e votação da proposta da Comissão Política Nacional dos regulamentos para a eleição do Presidente da Federação e dos delegados aos Congressos Federativos, nos termos da alínea l) do nº 2 do artigo 66º dos Estatutos do PS.
2 - Apresentação, discussão e votação das propostas de alteração de estatutos.
3 - Análise da situação política.
António José Seguro referiu que os estatutos são uma promessa para cumprir. Que a proposta visa introduzir transparência e estabilizar o Partido.
A adesão ao partido passa a ser uma opção individual e não um arregimentamento. Trata-se de um avanço o novo tipo de escolha de deputados, mas procura-se antes o consenso.
Relativamente à duração de mandatos, lembrou que se for de dois anos, o Partido consome as suas energias.
O Secretário Geral referiu ainda que o ciclo político deve ser de avaliação e concentrado no essencial que é o combate aos novos adversários.
Já sabíamos do calendário das próximas eleições internas para as estruturas concelhias e distritais. No sábado passado ficamos a saber o novo enquadramento estatutário.
Independente da imagem que passou para o exterior, há mudanças importantes em curso no interior do PS.
Depois de há uma semana atrás o PSD não ter conseguido aprovar um processo do género no seu Congresso, o PS deu um passo em frente para mais transparência no seu funcionamento interno.
Aumento nos prazos para se ter capacidade eleitoral, passiva ou activa; directas internas para escolha de candidatos às câmaras ou de deputados, quando não houver consensos nas estruturas; mandatos que coincidem com os ciclos políticos, para possibilitar a avaliação dos dirigentes, são alguns dos aspectos contemplados nos novos estatutos.
O Secretario Geral, António José Seguro, apontou ainda o combate à corrupção, a modernização do PS, a construção europeia, o crescimento e o emprego como questões centrais.
Numa altura em que, ao que a comunicação social falava em mais de 100 mil na manifestação de freguesias a decorrer em Lisboa, voltou a criticar a reforma proposta pelo Governo.

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